MPRS reforça importância do Apadrinhamento Afetivo para crianças em acolhimento
O Ministério Público do RS intensifica ações para ampliar o Programa de Apadrinhamento Afetivo, visando garantir convivência familiar a crianças acolhidas.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) intensificou as ações de incentivo ao Programa de Apadrinhamento Afetivo em todo o estado. A iniciativa, prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), busca garantir o direito à convivência familiar e comunitária para crianças e adolescentes que vivem em instituições de acolhimento, especialmente aqueles com menores chances de adoção.
Diferente da adoção, o apadrinhamento afetivo foca na criação de vínculos de afeto, suporte emocional e social. Os voluntários podem realizar visitas, passeios e acompanhar o desenvolvimento educacional e social dos acolhidos. O MPRS atua na fiscalização e no suporte técnico para que essas relações sejam seguras e benéficas ao desenvolvimento integral dos jovens.
Apesar da relevância, o número de apadrinhados no estado ainda é considerado baixo. O órgão ministerial reforça que a participação da sociedade é fundamental para transformar a realidade de quem está afastado da família de origem. Interessados em participar devem buscar informações junto às instituições de acolhimento locais ou na Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude de seu município.
Para o cidadão de Bagé, o tema é de extrema relevância, pois o apadrinhamento afetivo é uma política pública que depende da articulação entre o Poder Judiciário, o Ministério Público e a rede de proteção social do município. O engajamento da comunidade bageense é essencial para fortalecer as instituições locais e garantir que crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade recebam o suporte afetivo necessário para seu pleno desenvolvimento.
Fonte original: MP-RS.
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