ACIBa alerta para riscos ao comércio de Bagé com fim de taxa sobre importações
Presidente da ACIBa, Leonardo Macedo, avalia que a isenção de impostos federais em compras internacionais de até 50 dólares prejudica a competitividade do comércio local.
Autoria
Bagé Transparente
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Data da Fonte
17 de maio de 2026 às 09:00
A data original da publicação é preservada para evitar contexto enganoso.
Publicado no Portal
17 de maio de 2026 às 09:15
Esta página informa quando a contextualização local foi disponibilizada no Bagé Transparente.

A Associação Comercial e Industrial de Bagé (ACIBa) manifestou preocupação com os efeitos da medida provisória do Governo Federal que zerou o Imposto de Importação para compras internacionais de até 50 dólares, realizadas via programa Remessa Conforme. Segundo o presidente da entidade, Leonardo Macedo, a decisão retira a taxação federal de 20%, mantendo apenas o ICMS estadual de 17%.
Macedo aponta que a medida torna produtos importados mais competitivos frente aos nacionais, impactando diretamente a economia de Bagé e da região da Campanha. O dirigente destacou que a cidade possui baixa industrialização e depende fortemente do comércio, que é impulsionado pelo agronegócio.
O cenário é agravado pela taxa Selic em 14,5% e pelas dificuldades recentes nas safras de soja e arroz.
A transparência pública exige o acompanhamento de como medidas tributárias federais alteram a arrecadação local e a saúde financeira das empresas bageenses, que sustentam a geração de empregos no município.
Fonte original:
Transparência Editorial
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